Somos tão pequenos que
desconhecemos os muitos direitos que podemos nos dar. Achamos que somos donos
de algo que se quer conseguímos guardar ou viabilizar maneiras de perdurarmos
ao tempo que não controlamos. Somos focados por espelhos que nos enganam e
mascaram a generosidade do respeito que ainda não temos com a vida.
Se quer aprendemos a nos ver como postergantes de uma igualdade que nos lançaria ao espaço seguro de nossa criação. Geramos ideias, fascínios e criticas, porém nos esquivamos da responsabilidade em lidar com tudo que se relaciona com a vida e a morte. Amadurecemos o fruto, mas tememos comê-lo! Acreditamos no bem como fonte de salvação, aceitamos o medo como algo que nos congela e apaga a nossa coragem, fecundamos o deserto e fermentamos descobertas que não nos dizem nada. A confusão está lançada aos quatro cantos da terra. A cegueira do passado ainda continua em nós. Apesar de toda tecnologia ainda engatinhamos em meio a teimosias de socializações baratas e vendidas por quem se sente acima de qualquer definição da boa natureza que nos remove e faz nascer outros em nosso lugar. Ainda estamos como os muitos que desejaram se encontrar com Deus construindo uma imensa torre. Uma torre construída pela empáfia sombria dos oportunistas, dos descrentes e desconhecedores de suas muitas limitações. Estamos envelhecendo nossas oportunidades! Mascarando com falsas verdades o oblíquo modo ruim com que projetamos a nossa existência. Estamos à mercê da discórdia e das muitas levantes sombrias de um mal que saboreia a nossa idiotice escravagista e nada legalista. Todos os dias sufocamos nossos sonhos por ideais que caminham no sentido contrário ao que queremos viver. Respondemos atabalhoadamente aos nossos sentimentos e nos deixamos levar pelas doenças que assombram a nossa certeza de longevidade. A confusão gerada pela queda de uma torre de babel ainda acontece! É só olharmos a história que nos localiza nessa confusão. A simetria de ontem continua em nosso agora e, como podemos perceber, estamos longe de reagruparmos os muitos que se perderam na história de uma torre fracassada. Não falo ou descrevo a religiosidade como questão de resposta, pois estou me laçando as decisões que se mantém vivas e presas as nossas entranhas. Continuamos aceitando a dificuldade como fonte natural de nosso sacrifício, aceitando a dúvida como desculpa para continuarmos errando. Os princípios só justificam os fins quando aprendemos a não repetir os erros que já são descritos no livro sagrado. Ele sem dúvidas é o melhor manual humano já visto. Pois carrega consigo todas as nossas muitas deformidades de orientação e entendimento. A boa comunicação entre os povos ainda se difunde com a teimosia em se criar normas que respondam a seus interesses mais escusos. Há uma disputa por nada, por coisa alguma que paralisa a nossa noção de liberdade, de gentileza e bondade. O que nos faz repetidores são nossos medos e o desejo de sair de um estágio que se quer somos capazes de aprender e ensinar o correto. A loucura moderna apenas se modernizou, apenas se proclamou diferente de algo que continua sendo muito igual.
Se quer aprendemos a nos ver como postergantes de uma igualdade que nos lançaria ao espaço seguro de nossa criação. Geramos ideias, fascínios e criticas, porém nos esquivamos da responsabilidade em lidar com tudo que se relaciona com a vida e a morte. Amadurecemos o fruto, mas tememos comê-lo! Acreditamos no bem como fonte de salvação, aceitamos o medo como algo que nos congela e apaga a nossa coragem, fecundamos o deserto e fermentamos descobertas que não nos dizem nada. A confusão está lançada aos quatro cantos da terra. A cegueira do passado ainda continua em nós. Apesar de toda tecnologia ainda engatinhamos em meio a teimosias de socializações baratas e vendidas por quem se sente acima de qualquer definição da boa natureza que nos remove e faz nascer outros em nosso lugar. Ainda estamos como os muitos que desejaram se encontrar com Deus construindo uma imensa torre. Uma torre construída pela empáfia sombria dos oportunistas, dos descrentes e desconhecedores de suas muitas limitações. Estamos envelhecendo nossas oportunidades! Mascarando com falsas verdades o oblíquo modo ruim com que projetamos a nossa existência. Estamos à mercê da discórdia e das muitas levantes sombrias de um mal que saboreia a nossa idiotice escravagista e nada legalista. Todos os dias sufocamos nossos sonhos por ideais que caminham no sentido contrário ao que queremos viver. Respondemos atabalhoadamente aos nossos sentimentos e nos deixamos levar pelas doenças que assombram a nossa certeza de longevidade. A confusão gerada pela queda de uma torre de babel ainda acontece! É só olharmos a história que nos localiza nessa confusão. A simetria de ontem continua em nosso agora e, como podemos perceber, estamos longe de reagruparmos os muitos que se perderam na história de uma torre fracassada. Não falo ou descrevo a religiosidade como questão de resposta, pois estou me laçando as decisões que se mantém vivas e presas as nossas entranhas. Continuamos aceitando a dificuldade como fonte natural de nosso sacrifício, aceitando a dúvida como desculpa para continuarmos errando. Os princípios só justificam os fins quando aprendemos a não repetir os erros que já são descritos no livro sagrado. Ele sem dúvidas é o melhor manual humano já visto. Pois carrega consigo todas as nossas muitas deformidades de orientação e entendimento. A boa comunicação entre os povos ainda se difunde com a teimosia em se criar normas que respondam a seus interesses mais escusos. Há uma disputa por nada, por coisa alguma que paralisa a nossa noção de liberdade, de gentileza e bondade. O que nos faz repetidores são nossos medos e o desejo de sair de um estágio que se quer somos capazes de aprender e ensinar o correto. A loucura moderna apenas se modernizou, apenas se proclamou diferente de algo que continua sendo muito igual.

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