Imagens
e sonhos (
Análise crítica )
( Eder
Roberto Dias )
Quem
somos na verdade? Pergunte isso em você, a cada novo dia, e tente responder com
eficiência a realidade do que acontece bem diante de seus olhos! Antes de mais
nada, reveja os seus pensamentos na antecipação natural do conhecimento que
possa existir dentro de sua melhor consciência. Reaprenda a avaliar as suas
emoções e escolhas, pois será dessa maneira, que descobriremos a intensidade
justa ou injusta de sua presença na vida. Formamos imagens e sonhos que
transfiguram a realidade de nossas mais importantes manifestações de
descobertas e ajustes diante de algo que seja nós mesmos. Manipulamos tudo para
o pior, desacreditamos nos valores que não estejam integrados a peculiar
hipótese que seja distribuída ao universo de nosso interior. Pensamos ser
capazes de fecundar a terra amarga, o solo infértil ante a uma imagem de
sedução e promiscuidade que apenas nos afasta do amor. Mentimos com tanta
facilidade que perdemos o senso, perdemos o direcionamento do que nos seja
capaz de dar felicidade. Somos náufragos! Abandonados pela sensação de um poder
que pode ser consumido por qualquer outra forma de vida que seja mais rápida e
eficiente que nós. Menosprezamos a vastidão de nosso oceano, de nossa
desamparada estação de naufrago abandonado em águas frias e bravias. Mesmo
tendo como sobreviver, mesmo assim, nos colocamos a beber da água salgada que
nos matará ao invés de salvar. Gargarejaremos a sede de não poder tomar um copo
d’água ou reaprender o que não aceitamos como evolução. O ignorante ignora a si
mesmo, ignora a oportunidade de se fazer sábio, pois a sabedoria lhe desmontará
a prepotência em achar que suas mentiras são capazes de enganar quem sabe ler
os vários idiomas que não descrevem a fala de ninguém. O mundo deveria ser um
regenerador do espírito, porém o nascimento nos leva a encontrar o pior de
nossos pais, avós, tios e amigos que através de suas muitas vaidades de
exclusividades bestiais, amargam a realização do bem e dá vantagens inerentes
ao mal que consumirá a carne e a boa apresentação de salvação que, será dragada
para uma nova e derradeira oportunidade da reencarnação. O corpo não deveria
ser instituído como pontos de vantagens, vaidade e demonstrações de beleza,
pois a visão que se faz morre em poucos anos e apodrece a cada investida
indecente ao qual o espírito chorará a dor de repetir e repetir sempre os
mesmos erros. Pergunte-se em todas as manhãs se você consegue respirar o seu ar
com felicidade, pergunte se o que vive é real ou mentiroso para tudo o que está
sendo somado na sua presença pela vida. Deixe de não renegar as vantagens em aprender
que perder não é a intenção de estarmos presos nesse corpo físico. Não se enlace
na inerente acolhida dos pecados que nos são dirigidos para um controle mental.
Se você não for capaz de ser sábio para você, outros se aproveitarão de tudo o
que você deixou ser consumido e anulado no tempo que não será um bom tempo. As
dores que sentimos só serão sentidas quando deixarmos de ser gado e
doutrinadores de coisa alguma.

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